Cíntia
encontra-se envolvida com um criminoso de Florianópolis, até presenciá-lo
cometendo um assassinato e perceber, então, o perigo que está correndo. Mas em
sua fuga desastrosa é presa em flagrante por tentativa de homicídio. Suas
alternativas são: denunciar o 'namorado', praticamente, assinando sua sentença
de morte ou ser presa e permanecer um longo tempo na prisão. Na delegacia acaba
conhecendo Henrique, um homem charmoso e misterioso que faz uma proposta - a
garantia de que não irá para a cadeia. O que ela não imaginava é que seria
recrutada para fazer parte de uma organização secreta, assumindo a identidade
de Thaís Torres e se mudando para São Paulo. Agora a mais nova agente da ADQS
terá que investigar crimes que a polícia comum não conseguiu resolver,
arriscando sua vida nas operações pouco convencionais da organização.

A narrativa é interessantíssima, cheia de mistérios e descobertas.
Marina terá que enfrentar grandes perigos para ajudar os seus, e nesse caminho
ela também poderá conhecer o amor. Na busca que empreenderá para encontrar os
tesouros contará com amigos, porém enfrentará diversos inimigos. Em Marina e os
tesouros da tribo de Dana, a fé do ser humano na existência dos deuses e do
mundo místico será colocada à prova. Até que ponto a natureza pode se revoltar
contra o homem? E a fé e o livre culto, o que é isso? Marina, realmente é
alguém especial? Estas e muitas outras respostas você encontrará nesta história.

Anya é uma garota comum, estuda gastronomia e mora em Florianópolis.
Certa noite, ao passear pela praia ela sente um aroma que a atrai
terrivelmente, uma mistura de fragrâncias que mexe com todos os seus sentidos.
Na noite seguinte ela se vê perseguida pelo mesmo aroma e descobre que ele vem
do corpo de um belo banhista que sai do mar. Cedendo ao impulso, ela vai até
ele. Surpreendendo-o, ela o lambe e encosta o nariz em sua pele. Atormentada
pelo aroma, ela precisa experimentar… Anya então descobre o prazer de degustar
o sangue doce, que a fazia pensar em frutas flambadas, temperadas com o sal da
água… O sabor agridoce que a desperta para uma necessidade vital que fará parte
de sua vida.

Portugal,
1673. Duas mulheres celtas e um bebê recém-nascido enfrentam a perseguição da
Igreja contra hereges pagãos. Obrigadas a deixar sua aldeia, ajudadas por um
jovem cristão, partem em busca de um lugar onde possam cultuar seus deuses
livremente. Em meio a sua fuga descobrem que a Grande Mãe tem uma missão para
eles e que os levará a lugares inesperados e a uma desconhecida Terra Nova, que
chamam de Brasil...
O livro é ambientado em um fictício mundo matriarcal, onde homens e
mulheres vivem de forma igualitária, exercendo as mesmas funções. A discussão
religiosa que engloba a rivalidade entre a deusa que exige sacrifícios e o Pai-Criador,
é um ponto importante que ajuda a ilustrar o enredo. Sem a intenção de criar um
debate teológico, esse fato vem apenas complementar o cenário épico próprio de
um mundo fantástico onde se desenvolve uma luta eterna do Bem contra o Mal.
É, por fim, uma história épica, onde a presença da “mulher guerreira” é
constante.
A vida tornou
Ana Maria uma menina má. Ela trabalha em um emprego sem futuro e mora com o
padrasto que odeia. Quando conhece Bruno, sua vida vira de pernas para o ar. É então
que ela percebe que nada é tão ruim que não possa piorar.
Acompanhe Ana
Maria em sua jornada através do passado e sua busca para construir um futuro.
Tudo o que Loiane desejava era encontrar uma forma de ser aceita pelo
pai. Sabia que por causa de seus olhos amaldiçoados não encontrava
pretendentes, justo quando o avanço da Igreja exigia herdeiros prósperos e
fortes para manter a casa dos D’Nort no trono de Rúbia. Somente algo poderia
reverter a magia – a própria vida…” Conflitos e intrigas políticas e religiosas
misturam-se à magia e grandes revelações num cenário de incertezas, ânsia pelo
poder e desespero.

Quando
Beto parou em frente àquela padaria, tudo o que ele queria era um emprego que
não conflitasse com seu horário de estudo e que ao mesmo tempo, o ajudasse a se
manter já que estava vivendo sozinho em uma pequena quitinete desde que se
mudara para a cidade por conta da universidade. O que ele não sabia é que
aquela padaria não era um lugar comum. Coisas muito estranhas passaram a
acontecer desde que colocou os pés lá dentro, como se aquele espaço estivesse
em uma dimensão paralela. O pior é que a influência do lugar parecia
persegui-lo também em sua vida pessoal. Fantasmas e criaturas estranhas
desfilavam diante de seus olhos como se sua existência sempre estivesse estado
ali, a um piscar de olhos de uma pessoa mais atenta. Restava saber se Beto, com sua
natureza tão simples e direta, seria capaz de aprender e sobreviver à este novo
encontro com a sombra da morte.
Ao leitores que irão se aventurar pelos estandes da Bienal, fica a dica: JR estande 78 – JR78. Para conhecer outras obras da editora, visitem o site.